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“Cremos que a pratica do jejum não é exclusiva dos tempos áureo e neotestamentários e que, portanto, é lícito a Igreja utilizar-se dela nos dias atuais”.

 

Esta confissão acima encontra respaldo nas seguintes afirmações e comprovação bíblica:

 

1 –Propósito do Jejum

 

O jejum é instrumento de consagração ao Senhor, de dedicação à oração e de humilhação diante dEle (cf. Sl 35:13; Jn 3:5).

2 –Prática do Jejum

 

A prática do jejum deve seguir às orientações bíblicas:

Ser espontâneo, ocorrendo individual ou coletivamente (2 Sm 12:23; 2 Co 6:5; Ed 8:21; Ne 9:1). O jejum ritual ou formal é censurado pelas Escrituras (Is 58:3-6; Jr 14:12; Zc 7:5; Lc 18:12);

Nunca tornar-se elemento de ostentação ou de superioridade espiritual, como o próprio Jesus orientou (Mt 6:16-18);

Não tornar-se rotineira ou mecânica, mas ser usada com um fim específico (At 13:2,3).

3 – Ensino e exemplos bíblicos:

 

O jejum é recomendado pelo Senhor Jesus (Mt6:16-18), tornando-se, assim, parte integrante do Seu ensino à Igreja.

Alguns exemplos de prática de jejum nas Escrituras:

O próprio Jesus (Mt 4:2)

O apóstolo Paulo (2 Co 6:5; 11:27)

A Igreja de Antioquia (At 13:2,3)

 

 

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